segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Eike é ameaçado em ranking dos mais ricos do Brasil; veja lista


A revista Forbes Brasil divulgou o primeiro ranking de bilionários brasileiros, com 74 nomes no total. Em primeiro lugar aparace o empresário Eike Batista, do Grupo EBX, com R$ 30,26 bilhões, mas seu reinado entre os mais ricos está ameaçado por Jorge Paulo Lemann, um dos donos da AB Inbev - a maior cervejaria do mundo -, que alcançou fortuna de R$ 29,30 bilhões, segundo a publicação que chega nas bancas nesta terça-feira.
Em março, Jorge Paulo tinha cerca de US$ 12 bilhões, ou três vezes menos que o mais rico do Brasil na época. Com a venda de uma participação de 29% no Burger King, Lemann reduziu a diferença para apenas 3%, informou a revista.
Apesar de perto no ranking das fortunas, a revista informa que as personalidades são bem distintas: enquanto Eike Batista é tido com o perfomático, Jorge Paulo Lemann opta por ser mais discreto.
Entre os dez mais ricos do Brasil, também aparecem outros empresários não tão midiáticos, como Carlos Alberto Sicupira, sócio de Lemann na Ab Inbev e dono de R$ 11,87 bilhões, e Francisco Ivens de Sá Dias Branco, que guarda fortuna de R$ 7,32 bilhões.
Confira quem são os bilionários brasileiros, segundo a Forbes Brasil:
 1 - Eike Batista - R$ 30,26 bilhões
2 - Jorge Paulo Lemann - R$ 29,30 bilhões
3 - Joseph Safra - R$ 25,97 bilhões
4 - Antônio E. de Moraes e família- R$ 21 bilhões
5 - Marcel Telles - R$ 13,43 bilhões
6 - Roberto Irineu Marinho e família - R$ 12,86 bilhões
7 - Carlos Alberto Sicupira - R$ 11,87 bilhões
8 - Norberto Odebrecht e família- R$ 9,10 bilhões
9 - Francisco Ivens de Sá Dias Branco - R$ 7,32 bilhões
10 - Abilio Diniz - R$ 6,80 bilhões
11 - André Esteves - R$ 6,24 bilhões
12 - Aloysio de Andrade Faria - R$ 6,10 bilhões
13 - Antônio Luiz Seabra - R$ 5,52 bilhões
14 - Roberto Civita e família - R$ 5,48 bilhões
15 - Dorothea Steinbruch e família - R$ 5,34 bilhões
16 - Roberto Egydio Setubal e irmão - R$ 5,20 bihões
17 - Rubens Ometto Silveira Mello - R$ 4,80 bilhões
18 - Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela - R$ 4,79 bilhões
18 - Alfredo Egydio Arruda Villela Filho - R$ 4,79 bilhões
20 - Eduardo Saverin - R$ 4,66 bilhões
21 - Moise Safra - R$ 4,62 bilhões
22 - Nevaldo Rocha e família - R$ 4,61 bilhões
23 - Edson de Godoy Bueno - R$ 4,10 bilhões
24 - Adriano e Alexandre Schincariol - R$ 3,95 bilhões
25 - José Batista Sobrinho e família - R$ 3,9 bilhões
26 - Lírio Parisotto - R$ 3,83 bilhões
27 - Fernando Roberto Moreira Salles - R$ 3,82 bilhões
27 - João Moreira Salles - R$ R$ 3,82 bilhões
27 - Pedro Moreira Salles - R$ 3,82 bilhões
27 - Walther Moreira Salles Jr. - R$ 3,82 bilhões
31 - Ana Maria Levy Villela Igel e família - R$ 3,80 bilhões
32 - Dulve Pugliese de Godoy Bueno - R$ 3,79 bilhões
33 - Elie Horn - R$ 3,34 bilhões
34 - José Isaac Peres - R$ 3,24 bilhões
35 - Maria de Lourdes Egydio Villela - R$ 3,13 bilhões
36 - Guilherme Peirão Leal - R$ 3,10 bilhões
37 - João Alves de Queiroz Filho - R$ 3,04 bilhões
38 - Vitor Gradin e família - R$ 3,00 bilhões
39 - Júlio Bozano - R$ 2,56 bilhões
40 - Rubens Menin Teixeira de Souza - R$ 2,45 bilhões
41 - Lina Maria Aguiar - R$ 2,44 bilhões
42 - Jayme Garfinkel e família - R$ 2,40 bilhões
43 - Gilberto Schincariol Junior e irmãos - R$ 2,35 bilhões
44 - João Carlos Cavalcanti - R$ 2,34 bilhões
45 - Guilherme Paulus - R$ 2,32 bilhões
46 - Décio Goldfarb e família - R$ 2,11 bilhões
47 - Lia Maria Aguiar - R$ 2,00 bilhões
48 - Jorge Gerdau Johannpeter e irmãos - R$ 1,87 bilhão
49 - Fábio Chimenti Auriemo e José Auriemo Neto - R$ 1,86 bilhão
50 - Ernesto Zarzur e família - R$ 1,78 bilhão
51 - Alexandre Grendene Bartelle - R$ 1,71 bilhão
52 - Antônio José Carneiro - R$ 1,64 bilhão
53 - Maria Cláudia Amaro - R$ 1,63 bilhão
53 - Maurício Rolim Amaro - R$ 1,64 bilhão
55 - Marcos Molina dos Santos e Márcia dos Santos - R$ 1,60 bilhão
56 - Pedro Grendene Bartelle e família - R$ 1,50 bilhão
56 - Anderson e Alexandre Birman - R$ 1,50 bilhão
58 - Lui Ming Chung - R$ 1,49 bilhão
59 - Samuel Klein - R$ 1,48 bilhão
60 - Sasson Sayan e família - R$ 1,45 bilhão
61 - Fernando Antônio Simões e família - R$ 1,42 bilhão
62 - Marco Antônio Laffranchi - R$ 1,30 bilhão
63 - Sílvio Tini de Araújo - R$ 1,29 bilhão
64 - Michael Klein - R$ 1,28 bilhão
65 - Silmar Bertin e família - R$ 1,27 bilhão
66 - Hermes Gazzola - R$ 1,20 bilhão
67 - Luiza Helena Trajano e família - R$ 1,19 bilhão
68 - José Seripieri Filho - R$ 1,18 bilhão
69 - Carlos Wizard Martins - R$ 1,13 bilhão
70 - Antônio e Flávio Resende - R$ 1,12 bilhão
71 - Paulo Setubal Neto - R$ 1,09 bilhão
72 - Eugênio Mattar e José Mattar Junior - R$ 1,06 bilhão
73 - Denise Goldfarb Terpins e família - R$ 1,05 bilhão
Carlos Francisco Ribeiro Jereissati e família - R$ 1,04 bilhão
Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201208071230_TRR_81475376

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Dúvida do Leitor: Quitar o financiamento ou manter o $$ na poupança?


Olá Pessoal,
Regularmente recebo consultas dos leitores sobre dicas, orientações e caminhos a seguir para tomar uma decisão em relação aos orçamento pessoal. Normalmente, costumo responder com mais perguntas, claro, para entender melhor em que posso ajudar, mas principalmente para possibilitar que o próprio leitor consiga avaliar as opções corretamente e, assim, possa sentir-se seguro ao tomar as decisões.
Há algumas semanas tive uma conversa muito interessante e vou reproduzi-la abaixo, com a autorização do Leitor que não terá seu nome divulgado.

Espero que aproveitem.


Um forte abraço a todos,

Victor Marques
VM+| Contra o Analfabetismo Financeiro. Informações e artigos sobre Finanças Pessoais, Finanças Corporativas, Franquias, Gestão, Carreira e Negócios.
www.twitter.com/sobrefinancas
http://vmfinancas.blogspot.com
vmfinancas@yahoo.com


Leitor, via blog:
Victor, tudo bem? Uma pergunta de finanças pessoais... Pode?
Seguinte, tenho um financiamento imobiliário de 133.000,00. Já paguei 60. Faltam 180 meses. Ainda tenho 123.000,00 a pagar. Pago todo mês, uma parcela mais ou menos 1.600,00 e desse valor, 1300.00 é de juros. 
Não seria mais vantajoso retirar o dinheiro da poupança e quitar o financiamento já que a princípio, o que a poupança paga é bem menor que os juros que estou pagando?
Cara se vc quiser cobrar por essa consultoria, me avisa. Pago em chopp. Brincadeira.
É que estou inviável pagar R$ 1.600 sendo que disso a maior parte é juros.
Valeu!
Um abraço!. 


Victor Marques:

Oi Leitor! Tudo bem? Pode sim, claroVamos lá: 

1-Suas parcelas são sempre iguais, ou seja, não são decrescentes a cada mês? (talvez o modelo de amortização escolhido não seja o mais viável para habitação)
2-Não é possível bater o martelo sem saber um pouco mais, por exemplo, o quanto essa parcela "atrapalha" seu orçamento. Uma situação é, após pagar todas as suas contas, sobrar R$ 2mil para pagar 1,6mil. Outra é sobrar R$ 5 mi e você pagar os mesmos R$ 1,6mil. o segundo cenário ainda lhe proporciona sobra de caixa, ou seja, capacidade de investimento ou reserva para eventuais emergências.
3- Sua disponibilidade (poupança) seria totalmente destinada para a quitação do financiamento?
4- Definir suas prioridades. Ter um imóvel pago? Quitar parte do financiamento e guardar um pouco para a poupança? Ter um dívida que não me "atrapalha" e permanecer capitalizado?
5- Há outros investimentos com baixo risco e boa rentabilidade que você poderia aplicar?

Alguns pontos importantes que eu espero que ajude de início. Se preferir, com as respostas acima, me escreva de novo para eu conseguir te responder algo mais efetivo.

Abraço!
Victor Marques
VM+

Leitor: 

Olha só, Victor:
1. Decrescem, mas nos últimos 5 anos decresceram R$ 2,00... nem sinto.
2. Pagando mês a mês estou ficando no “empate”, vez ou outra estoura um pouco...
3. Se quitar esse resíduo, ainda fico com uma boa sobra, ou seja, mantenho uma reserva boa de segurança (Uma indenização que recebi no ano passado)
4. Acho que ter imóvel pago/quitado é melhor que ficar com grana na poupança... É mais segurança.
5. Tenho uma grana na previdência privada, mas, no geral, sou mais conservador em investimentos, fico mais na poupança mesmo.

Acho que com isso, você me ajudou mesmo a tomar a decisão de quitar... Acho que farei besteira.
Posso quitar o financiamento e continuar me pagando, como se fosse para o banco, assim, pelo menos, pago juros para mim mesmo. Obrigado e um abraço.

Victor:

Olá Leitor

Dá pra perceber que o sistema de amortização do seu financiamento não foi o melhor para a habitação. O ideal é o SAC (sistema de amortização constante). Sobre os demais pontos, eu chegaria a mesma conclusão avaliando todas as possibilidades, principalmente em relação a permanecer capitalizado e ter condições de iniciar uma nova e/ou continuar com a poupança e investimentos.

Espero que tenha ajudado.
Abraços,
Victor Marques

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Tire o foco do Faturamento



“Tire o foco do Faturamento”.  Uma frase que sempre causa um pouco de estranheza quando a digo nos treinamentos de Gestão Financeira para franqueados. Afinal, como é possível falar das finanças do negócio, de aumento de resultado e rentabilidade, sem focar o faturamento, que é exatamente o indicador que demonstra o total de receitas de um negócio?!

O correto talvez fosse dizer “ partilhe, divida, reparta o foco com o faturamento”.  Por quê? Tão importante como olhar para esse indicador, é fundamental que o gestor faça o acompanhamento e análise de outros indicadores que com certeza contribuirão para o aumento de receitas. Ticket Médio, Taxa de Conversão/Atendimento, % médio de desconto/venda, Inadimplência, produtividade, entre outros.

É um desafio conscientizar um novo empreendedor/franqueado em áreas da gestão que ele não tenha habilidades. Um educador nem sempre possuí capacidade mercadológica, um publicitário pode ter dificuldades com a gestão de pessoas e um bom vendedor pode desconhecer sobre financeiro.

Como exemplo, pensem em um gestor que mês a mês somente avalia a variação no volume de vendas. É impossível realizar uma análise sobre a situação da empresa somente com essa informação. Além disso, acompanhar somente o faturamento pode “mascarar” as despesas. Sabemos que alguns custos e despesas são classificados como investimentos, que são aqueles que ajudarão a impulsionar o crescimento, já outros, são despesas que poderiam ser evitadas ou minimizadas com certeza, caso houvesse um rigoroso monitoramento da estrutura de gastos. Ou seja, o ideal é que tenha sim foco no incremento de receitas, mas que direcione atenção também a outros indicadores do negócio. Resumindo, fundamental é atuar para melhorar o resultado, o lucro da empresa e, de preferencia, que esse lucro seja gerador de caixa e possibilite que o empresário decida aumentar a reserva de caixa, investir ou dividir entre os sócios. 


Um forte abraço a todos e até a próxima,


Victor Marques
VM+| Contra o Analfabetismo Financeiro. Informações e artigos sobre Finanças Pessoais, Finanças Corporativas, Franquias, Gestão, Carreira e Negócios.
www.twitter.com/sobrefinancas
http://vmfinancas.blogspot.com
vmfinancas@yahoo.com

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Download da Planilha de Orçamento Pessoal


Olá Pessoal, 
Felizmente, após o último artigo surgiram vários interessados na PLANILHA DE ORÇAMENTO PESSOAL.
Para facilitar o acesso, a disponibilizei para download no 4shared, para que o máximo de pessoas possa utilizá-la. Espero verdadeiramente que a ferramenta seja útil e que contribua para que todos atinjam seus objetivos, assim como, para que a utilizem no controle dos gastos, planejamento e multiplicação das suas finanças. 
Basta clicar em http://orcamentopessoal.4shared.com/ e baixar a planilha. Seguem algumas orientações para facilitar o preenchimento das informações: 

  • A aba 'tabela principal' consolida mensalmente todas as informações lançadas, no caso, receitas, despesas e o saldo de cada período. É a principal parte da planilha, pois é onde podemos/devemos identificar quais despesas comprometem mais o nosso orçamento. 
  • As receitas deverão ser lançadas exclusivamente na 'tabela principal'.
  • As despesas deverão ser lançadas de forma diária, através das abas auxiliares dos meses 'janeiro', fevereiro', 'março' e etc.
  • Todas as fórmulas para cálculo já estão inseridas na planilha, portanto, basta digitar as células de cor branca. (células coloridas contém fórmulas e não devem ser apagadas).
Caso hajam dúvidas durantre o preenchimento ou análise da planilha, por favor, entrem em contato.

Um forte abraço a todos e até a próxima,

Victor Marques
VM Finanças Pessoais - Contra o Analfabetismo Financeiro.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Falando nisso: Orçamento.

Olá Pessoal,
No último artigo postado aqui no Blog, destaquei o papel fundamental que o Orçamento exerce para se atingir o tão desejado equilíbrio financeiro.
Vale lembrar, que quando falo em EQUILIBRIO, me refiro a uma maneira consciente de utilização do dinheiro, seja em qualquer finalidade em que ele esteja empregado. Isto evita o uso de recursos de terceiros (cheque especial, rotativo do cartão, empréstimo pessoal e etc) para o gerenciamento de nossas vidas.
Uma vida financeira equilibrada PERMITE custear:
Despesas fixas: São aqueles gastos que possuem o mesmo valor todos os meses.
Despesas variáveis : São despesas também de frequência mensal, mas que podemos tentar reduzi-las.
Despesas eventuais: São despesas que ocorrem de maneira eventual, mas precisamos estar preparados quando acontecerem. Se possível, o ideal é realizar uma reserva (provisionamento) mensal para gastos eventuais e emergências.
Despesas adicionais: Gastos que não acontecem todos os meses, mas são frequentes. Normalmente, quando não há um controle/equilíbrio financeiro e são os mais que impactam o orçamento pessoal.
Vejam, falei de quatro importantes grupos de despesas, que todas as pessoas que recebem algum rendimento e pagam contam possuem. Na prática, se tornam um ‘bolo’ só, pois saem todos do mesmo bolso, não é mesmo?! Exatamente onde nos perdemos e corremos para o cheque especial ou então nos sobra menos do que poderia sobrar.
Recomendo fortemente que conheçam todas as suas despesas de cada um desses grupos, pois dessa forma, é possível medir a altura do voo a ser alçado. Ter controle não significa deixar de tomar um cafezinho, comer uma pizza, consumir, comprar... Significa fazer tudo isso e ter condições de melhorar uma situação difícil (divida), aumentar o “lucro” obtido em cada mês, ter mais poder de investimento e por consequência, ter mais qualidade de vida.
A natureza segue caminhando em passos, não em saltos. Tão importante como saber quanto se ganha é ter consciência plena do quanto se gasta.
Aos interessados, elaborei uma PLANILHA DE ORÇAMENTO PESSOAL, para ajudar no controle, planejamento e melhor utilização do dinheiro. Utilize-a e faça simulações, altere os valores das despesas, elimine alguns gastos e veja como podemos maximizar os resultados (sobras de $$) sem perder em qualidade de vida.
$$ dinheiro sobrando = Mais poder para realizar investimentos e acumular riqueza.
Basta entrar em contato através dos canais abaixo que enviarei a planilha, ok?!


Um forte abraço,
Victor Marques


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A vez das Finanças

   


Olá Pessoal,
Nos últimos meses venho observando que finanças para pessoas físicas, orçamento familiar, crédito e orientação para investimentos, são assuntos cada vez mais frequentes e acessíveis a todos que tenham interesse. E continuará assim...
Somente na Rede Globo (plim plim), o programa Fantástico, através do quadro Sr. Dinheiro, o Globo Repórter e o Jornal da Globo, em  (ótima) coluna assinada por Mara Luquet, trouxeram de maneira muito interessante, no sentido de ser verdadeiramente atrativa e fácil de compreender, o tema Finanças Pessoais.
A edição de setembro da Você S/A traz na capa a matéria “Fique livre das dívidas: 16 soluções para organizar suas finanças e consumir sem culpa”, além de ter regularmente em outras edições consultores respondendo às duvidas dos leitores. Revista Exame, Valor Economico, Blogs e portais como IG, MSN, UOL, também desenvolvem bons materiais.

Enfim, fico feliz ao ver tanto conteúdo e tanta gente boa ao nosso alcance, contribuindo para minimizar a falta de conhecimento da maioria, ou seja, os não-ricos, exatamente os que precisam desse tipo de orientação.
Cabe aos interessados, aproveitar, aprender, desenvolver e ter comprometimento para alcançar o desempenho financeiro desejado.
A elaboração de um orçamento e o controle das finanças são etapas muitas importantes na vida de uma pessoa ou de uma família, pois servem como norteadores para a melhor utilização do dinheiro, proporcionando segurança e equilíbrio para o bolso. Dessa forma, seja qual for o objetivo (sanar as dívidas, viajar, comprar um imóvel, investir , abrir um próprio negócio e etc) será possível traçar um planejamento mais preciso, diminuindo os eventuais desvios que possam ocorrer.
Se eu perguntar para UMA pessoa se ela seria capaz de comer um boi inteiro qual seria a resposta imediata? “Não!”, porém, a pergunta não indica em quanto tempo e em qual velocidade é para comer... Fatiando em bifes, pedaços e etc, é possível sim comer um boi inteiro em alguns meses, certo?!
O exemplo é só para uma reflexão: Posso liquidar minhas dívidas? Trocar de carro? Viajar? Ficar rico? Sim, é só ter bem claro o objetivo, planejar, traçar a rota (plano de ação) ter disciplina e devorar o boi!


Dúvidas e sugestões, por favor, entrem em contato.


Forte abraço,
VIctor Marques


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Como comprar ?!

                           
         Quando devemos refletir entre comprar a prazo ou a vista? Sempre!
Claro, desde que a determinada compra caiba no orçamento e, principalmente, seja necessária.  Mas tal análise certamente se faz indispensável em compras maiores, como na aquisição de bens, reformas, investimento no próprio negócio...
Qualquer que seja a possibilidade acima será requerido um planejamento prévio para alinhar as expectativas em relação ao gasto (necessidade, satisfação e etc) visando o melhor aproveitamento possível do capital empregado, assim, evitando comprometer o orçamento pessoal.
Caso o investimento seja em um automóvel e sua situação financeira permitir, compre a vista. Se você não possuí um valor maior que 50% do valor do automóvel para dar de entrada, a opção é o financiamento 100%, nesse caso, analisando antes se será possível “dar conta” dos valores das parcelas.
Digo isto pois considero importante manter um valor reservado para  situações eventuais , assim como as empresas fazem com o famoso capital de giro...
Por que fazer uma compra de R$ 5 mil a vista se posso fazê-la em 10x sem juros, sabendo que os R$ 500 cabem perfeitamente no meu caixa e que  ainda posso remunerar os R$ 5 mil o alocando em algum investimento?
Foi apenas um exemplo, muito simples, para chegar na pergunta: Você faz este tipo de análise?
Vale a reflexão 
Dúvidas? Sugestões? Por favor, comentem!
Um abraço a todos. 
Victor Marques – vmfinancas@yahoo.com